Controle de Processos

Insira seu usuário e senha para acesso ao software jurídico

Notícias

Newsletter

Cotação da Bolsa de Valores

Bovespa 0,92% . . . . .
Dow Jone ... % . . . . .
Espanha 0% . . . . .
NASDAQ 0,02% . . . . .

Previsão do tempo

Hoje - Santos, SP

Máx
28ºC
Min
23ºC
Instável

Quinta-feira - Santos, SP

Máx
29ºC
Min
22ºC
Pancadas de Chuva a

Hoje - São Paulo, SP

Máx
29ºC
Min
21ºC
Instável

Quinta-feira - São Paulo, ...

Máx
27ºC
Min
20ºC
Pancadas de Chuva a

Hoje - Florianópolis, SC

Máx
25ºC
Min
22ºC
Chuva

Quinta-feira - Florianópol...

Máx
28ºC
Min
21ºC
Pancadas de Chuva

Hoje - Curitiba, PR

Máx
22ºC
Min
17ºC
Chuva

Quinta-feira - Curitiba, PR

Máx
22ºC
Min
17ºC
Pancadas de Chuva

Hoje - Cuiabá, MT

Máx
29ºC
Min
23ºC
Nublado e Pancadas d

Quinta-feira - Cuiabá, MT

Máx
30ºC
Min
24ºC
Nublado e Pancadas d

Hoje - Belo Horizonte, MG

Máx
31ºC
Min
18ºC
Pancadas de Chuva a

Quinta-feira - Belo Horizon...

Máx
30ºC
Min
18ºC
Poss. de Panc. de Ch

Hoje - Sete Lagoas, MG

Máx
32ºC
Min
19ºC
Poss. de Panc. de Ch

Quinta-feira - Sete Lagoas,...

Máx
31ºC
Min
17ºC
Poss. de Panc. de Ch

Hoje - Campo Grande, MS

Máx
28ºC
Min
21ºC
Nublado e Pancadas d

Quinta-feira - Campo Grande...

Máx
22ºC
Min
20ºC
Pancadas de Chuva

Cotação Monetária

Moeda Compra Venda
DOLAR 5,29 5,29
EURO 6,42 6,42
LIBRA ES ... 7,21 7,21
IENE 0,05 0,05
PESO (ARG) 0,06 0,06

Webmail

Clique no botão abaixo para ser direcionado para nosso ambiente de webmail.

12/01/2021 - 17h24Justiça nega indenização por falso positivo de HIVTeste rápido faz parte de protocolo e é sabidamente sujeito a erro

  Exame definitivo comprovou que mãe e bebê não estavam contaminados pelo vírus HIV O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) negou pedido de indenização por dano moral de uma mulher contra o Hospital Municipal São Judas Tadeu, que submeteu a paciente, em trabalho de parto, à realização de exame para diagnóstico de aids e a tratamento preventivo com medicação anti-HIV.   A 7ª Câmara Cível do TJMG, que manteve decisão da 1ª Vara Cível da Comarca de Ribeirão das Neves, considerou que a conduta do estabelecimento, embora possa ter causado sofrimento, angústia e indignação, seguiu protocolos médicos e visou ao bem-estar da gestante e da criança. Para o Judiciário, a instituição de saúde não cometeu ato ilícito. A mãe havia recorrido contra sentença que julgou improcedente pedido de indenização por danos morais. Ela alegou que, por causa do procedimento, precisou passar por uma cesariana e ficou impedida de amamentar a filha por doze dias, até a confirmação de que se tratava de um falso positivo. Ela alegou, também, que o julgamento de seu pedido ficou comprometido, porque o juiz responsável pela sentença não foi o mesmo que atuou na instrução do processo. Para a paciente, a informação de que tinha a doença, o tratamento com coquetel de remédios e o atraso no aleitamento geraram prejuízos "indescritíveis" à sua esfera emocional e física. A mulher sustentou que houve defeito na prestação do serviço, e que o sofrimento pela imprecisão do exame e pela angústia com a impossibilidade de amamentar a recém-nascida eram presumíveis. O hospital não se manifestou. A desembargadora Alice Birchal, da 7ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), manteve a decisão do juiz Geraldo David Camargo. A relatora esclareceu que o fato de o juiz que sentenciou ser distinto daquele que impulsionou o feito não acarreta nulidade da decisão, pois decorre da movimentação dos magistrados nas varas judiciais, e o processo tramitou todo o tempo na mesma vara. A magistrada ponderou, ainda, que o Código de Defesa do Consumidor não se aplica ao caso, pois não se trata de relação de consumo, mas de serviço público disponibilizado ao cidadão. De acordo com a desembargadora, o hospital não infringiu norma legal, mas agiu com dever de cautela ao impedir que a criança tivesse contato sanguíneo com a mãe, cujo teste rápido havia acusado aids, ressaltando que se tratava de teste rápido, que precisaria ser confirmado por um diagnóstico definitivo. A magistrada afirmou ainda que o dano moral exige comprovação, do contrário, bastaria o relato da vítima para que uma verba pecuniária fosse fixada. Segundo a magistrada, a mãe limitou-se a declarar “evidentes” as lesões psicológicas, morais e físicas a si e à filha, sem fornecer informações a respeito de como essa humilhação ocorreu e afetou suas vidas. A relatora disse que não poderia deduzir que houve dano moral, pois cabe aos julgadores analisar os acontecimentos apresentados, comprovados ou, quando muito, não refutados por provas. “Do contrário, estar-se-ia fazendo um julgamento às cegas”, concluiu, considerando o pedido improcedente por falta de comprovação das alegações. Os desembargadores Belizário de Lacerda e Peixoto Henriques votaram de acordo. Leia o acórdão e acesse a movimentação.  
13/01/2021 (00:00)
Visitas no site:  3814756
© 2021 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia
Pressione as teclas CTRL + D para adicionar aos favoritos.